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Eros, Equus y la Niña
 
(Basado en el poema
 “The young girl dreans of escape, de Lyn Lifshin)
 
Tengo quince años y nunca me habia sentido tan enamorada.
Hasta ayer, cuando lê vi por primera vez.
No dormi tranqüila. Su imagen ocupo totalmente
el campo de mis sueños  y en ellos admiré aquella
figura estatuaria  de gran altura y largas extremidades,
con su amplio pecho y anchas caderas,
de grueso cuello y altanera cabeza.
Su tierna mirada me conmovió.
Y sus gestos,  en lugar de palabras, me sedujeron.
 
Ahora que lo tengo frente a mí, no dudaré.
Le daré mis mejores caricias.
Com mis piernas atraparé  su cuerpo.
Lo montaré y, apasionada, lo haré mío.
Propiciaré  que su calor y mi pasión sean una sola flama.!
Y domaré su voluntad! Lo haré quererme como le quiero.
 
Luego, cabalgaremos juntos el vasto
y solitario verde de la campiña y, al final,
lê agradeceré su nobleza y lealtad como él solo se lo merece:
con mucho amor; heno, zanahorais y manzanas.
 
(cuento do escritor  Jaime L. Marzán Ramos
– in Equus Rex  Cuentos de Caballos y caballistas
– Terranova Editores – p. 142)

***  ***

EROS, O CAVALO E A MENINA.
(Baseado no poema “The young girl  dreans of escape, de Lyn Lifshin).
 
Tenho quinze anos e nunca me havia sentido tão apaixonada. 
Até ontem, quando o vi pela primeira vez.
Não dormi tranqüila.
Sua imagem ocupou totalmente  meus sonhos
e neles admirei aquela figura escultural
de grande altura e largas extremidades, com seu amplo peito
e grandes ancas, de volumoso pescoço e altiva cabeça.
Seu terno olhar me comoveu.
E seus gestos, em lugar de palavras, me seduziram.
 
Agora, que o tenho em minha frente, não vacilarei.
Dar-lhe-ei minhas melhores carícias.
Com minhas pernas aprisionarei seu corpo.
Montar-lhe-ei e, apaixonada, o farei meu.
Contribuirei para que seu calor e minha paixão formem uma só chama!
E domarei sua vontade!
Far-lhe-ei querer-me como lhe quero.
Depois, cavalgaremos juntos o vasto e solitário verde da campina
e, ao final, agradecerei a ele por sua nobreza
e lealdade como só ele merece:
com muito amor; feno, cenouras e maçãs.
(Tradução: Tereza da Praia)
 


Escrito por Tereza da Praia às 12h36
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Não solidão. Hoje Não.

Volta amanhã.

Hoje quero sentir a presença

Forte do ausente,

Quero  beber a água

Salgada da amargura,

Com os cristais do desamor

Que cortam a alma

(Tereza da Praia)

 

 

Posso até
Sair de bar em bar, em bar, falar besteira
E me enganar
Com qualquer um deitar
A noite inteira
Eu vou te amar

Pode ser
Que a nossa história
Seja mais uma quimera
E pode o nosso teto, a lapa, o rio desabar

Pode ser
Que passe o nosso tempo
Como qualquer primavera
Espera
Me espera
Eu vou voltar

(Chico Buarque)



Escrito por Tereza da Praia às 21h37
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NÓS

Todas as minhas ânsias te modelam meu.
Todas as tuas ânsias me modelam tua.

Em teus ombros se guardam
As marcas de minhas mãos,
Minha língua evoca
E meus cabelos iluminam
Esse manto que envolve
Nossa cavalgada
Esculpida na memória.

Nós.
Tão esperados e tão exatos
Para nossos braços peregrinos!

Minha essência te modela meu
Tua essência me modela tua.
(Tradução livre: Tereza da Praia)

*** ***

NOSTROS

Todas mis ansias te modelan mio
Todas mis tus  ansias  me modelan tuya.

En tus hombros se guardan
La s huellas de mis manos,
Mi lengua recuerda
Y mis cabellos encienden
Esse manto que envuelve
Nuestra cabalgata  esculpida em la mem oria.

Nostros.
!Tan esperados y tan exactos
para nuestros brazos peregrinos!

Mis yemas te modelan mio
Tus yemas me modelan tuya.

(autoria:  Ruth Levy)



Escrito por Tereza da Praia às 19h59
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Despida e presente II
Ruth Levi
 
Aberta ao presente
Que atravessa o tempo
Me vejo aí:
Olhos  limpos
Cabelos despenteados
Ombros suaves
Pernas descansadas
Vestida de pele e de luz.
Nenhuma roupa
Cobre minha nudez primeira.
 
É certo
Amo o canto e a vida
A luta e a esperança
E levo sobre meus ombros
Uma bagagem amável
Mas hoje
Despojada de histórias
Com nomes e registros
Estou de pé em frente  a mim.
 
Minhas mãos dançam no ar
Meus lábios modulam palavras novas
Caminho descalça sobre o musgo
E retorno à verde origem de meu ser.
(tradução livre:Tereza da Praia)
****  ****

Desnuda y presente II
 
Abierta al presente
Que perfora al tiempo
Me veo ahí:
Ojos limpios
Cabello despeinado
Hombros suaves
Piernas descansadas
Vestida de piel y luz...
Ningún ropaje
Cubre mi desnudez primaria.
 
Es cierto
Amo el canto y la vida
La lucha y la esperanza
Y llevo sobre mis otros  hombros
Um equipaje amable;
Pero hoy,
Desposeída de historias
Com nombres y fechas
Estoy de pie frente a mi.
 
Mis manos danzan em el aire
Mis lábios modulan palabras nuevas
Caminho descalza sobre el musgo
Y retorno al verde origen de mi ser.

***  ***
Ruth Levy é uma grande poeta do México,
mas especificamente de Guadalajara,
que tive o prazer de conhecer no II Festival
Internacional de Poesia "José Guilhermo Vargas
Rodriguez" ocorrido em Bambamarca  entre os
dias 23 e 26/09/2009, no Peru.
Estes poemas estão publicados na Antologia
do encontro "Arquitectos da Alba", p. 185/186.

 



Escrito por Tereza da Praia às 15h41
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A que florezca mi pueblo

Quiero cantarle a mi tierra
Y que florezca
Dentro del clima mi pueblo
Y su primavera
Inaugurar mil palomas de pan
Y que no mueran

Quiero elevarme en un grito
Y tal vez pueda
Tomar el sol de la mano
Cuando se aleja
Para quitarle la luz y la voz
Mi pueblo espera

Cuando tu te pares a mirar la vida
En el vertice justo del tiempo y la luz
Veras la grandeza del hombre y su dia
Su camino nuevo, su cancion azul

Quiero brotar en la espiga
De la conciencia
Del hombre nuevo que lucha
Por su mañana
Y proclamar su tiempo azul de pie
Dando la cara



Escrito por Tereza da Praia às 01h41
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Ressaca
(Yolanda Bedregal)

Quando já a ressaca deixe minha alma na praia,
e do arco cansado de meu ombro se vai
a asa cortada, qual vela desafiante,
em cicatriz e marca prolongará o instante.

Ficarão vigiando, símbolo trivial,
dois pobres olhos pródigos e uma mendiga fronte
Catacumba de água, amor! Não me conheces!
Nem ninguém nos conhece. Só há fugazes toques,
desencontros, na apertada mudez de encruzilhadas.

Expiam sua demora, presenças nunca achadas.
Não são cruz já os braços nem altar para holocausto
de selvagens ternuras. Com seu resplendor exausto,
um sol desalentado afunda os abismos.

Somos pó e luzeiro, tudo em nós mesmos.
Para esta elementar cinza taciturna
seja a imensa lágrima do Mar celeste urna.

(Tradução de Maria Teresa Almeida Pina)
Resaca
Yolanda Bedregal
Cuando ya la resaca deje mi alma en la playa,
y del arco agobiado de mi espalda se vaya
el ala cercenada, cual vela desafiante,
en cicatriz y estela prolongará el instante.
Quedarán vigilando, símbolo intrascendente,
dos pobres ojos pródigos y una mendiga frente.
¡Catacumba de agua, amor! ¡No me conoces!
Ni nadie nos conoce. Sólo hay fugaces roces,
desencuentros, en la prieta mudez de encrucijadas.
Expían su demora presencias nunca halladas.
No son cruz ya los brazos ni altar para holocausto
de salvajes ternuras. Con su claror exhausto,
un sol desalentado ahonda los abismos.
Somos polvo y lucero, todo en nosotros mismos.
Para esta elemental ceniza taciturna
sea la inmensa lágrima del Mar celeste urna.



Escrito por Tereza da Praia às 01h21
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Vengo A Ofrecer Mi Corazon
Mercedes Sosa
 

Quien dijo que todo esta perdido,
Yo vengo a ofrecer mi corazon.
Tanta sangre que se llevo el rio
Yo vengo a ofrecer mi corazon.
No sera tan facil, ya se que pasa...
No sera tan simple como pensaba
Como abrir el pecho y sacar el alma
Una cuchillada de amor.
Luna de los pobres siempre abierta,
Yo vengo a ofrecer mi corazon
Como un documento inalterable
Yo vengo a ofrecer mi corazon
Y unire las puntas de un mismo lazo,
Y me ire tranquila, me ire despacio,
Y te dare todo y me daras algo ...
Algo que me alivie un poco mas.
Cuando no haya nadie cerca o lejos
Yo vengo a ofrecer mi corazon
Cuando los satelites no alcancen
Yo vengo a ofrecer mi corazon...
Y hablo de paises y de esperanzas,
Hablo por la vida, hablo por la nada
Hablo de cambiar esta nuestra casa
De cambiarla por cambiar nomas...
Quien dijo que todo esta perdido
Yo vengo a ofrecer mi corazon.


Escrito por Tereza da Praia às 15h43
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Um presente
(Tereza da Praia)
 
Ele estava ali, em pé, encostado no murro de pedra.
Olhava-me, com olhos cansados. Um sorriso passou
por seus lábios e ele disse: - “Não me deste nada. Nem
teu  livro  de poesia... nem teu e-mail.”  Não lhe respondi.
guardei silêncio naquele momento intenso, que se podia
ouvir o bater dos nossos corações.
Queria ter-lhe gritado: “Dei-te algo melhor que um livro.
Ofereci meu coração.” Tanto sangue e tanta paixão correram
por este rio, nesta curta semana.   Abri meu peito, com uma
punhalada de amor... Retirei a alma... E lha entreguei a ele.
Nossos lábios se encostaram, numa suave carícia de despedida.
Os dedos se soltaram... Voltei-lhe as costas e saí lentamente.
Senti seu olhar me acompanhar, por um breve tempo.
Depois...  Desapareci na esquina do esquecimento.
Ofereci meu coração... Recebi algo que me deu alento...
Ele devolveu-me a primavera.
Foi o menor e mais intenso conto de amor
Que já escre(vivi).


Escrito por Tereza da Praia às 11h34
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Alfonsina Y El Mar
Mercedes Sosa
Composição: Ariel Ramirez / Felix Luna

Por la blanda arena
Que lame el mar
Su pequeña huella
No vuelve más
Un sendero solo
De pena y silencio llegó
Hasta el agua profunda
Un sendero solo
De penas mudas llegó
Hasta la espuma.
Sabe Dios qué angustia
Te acompañó
Qué dolores viejos
Calló tu voz
Para recostarte
Arrullada en el canto
De las caracolas marinas
La canción que canta
En el fondo oscuro del mar
La caracola.
Te vas Alfonsina
Con tu soledad
¿Qué poemas nuevos
Fuíste a buscar?
Una voz antigüa
De viento y de sal
Te requiebra el alma
Y la está llevando
Y te vas hacia allá
Como en sueños
Dormida, Alfonsina
Vestida de mar.
Cinco sirenitas
Te llevarán
Por caminos de algas
Y de coral
Y fosforescentes
Caballos marinos harán
Una ronda a tu lado
Y los habitantes
Del agua van a jugar
Pronto a tu lado.
Bájame la lámpara
Un poco más
Déjame que duerma
Nodriza, en paz
Y si llama él
No le digas que estoy
Dile que Alfonsina no vuelve
Y si llama él
No le digas nunca que estoy
Di que me he ido.
Te vas Alfonsina
Con tu soledad
¿Qué poemas nuevos
Fueste a buscar?
Una voz antigua
De viento y de sal
Te requiebra el alma
Y la está llevando
Y te vas hacia allá
Como en sueños
Dormida, Alfonsina
Vestida de mar.
VOY A DORMIR
Alfonsina Stoni

Dientes de flores, cofia de rocío,
manos de hierbas, tú, nodriza fina,
tenme prestas las sábanas terrosas
y el edredón de musgos escardados.

Voy a dormir, nodriza mía, acuéstame.
Ponme una lámpara a la cabecera;
una constelación; la que te guste;
todas son buenas; bájala un poquito.

Déjame sola: oyes romper los brotes...
te acuna un pie celeste desde arriba
y un pájaro te traza unos compases

para que olvides... Gracias. Ah, un encargo:
si él llama nuevamente por teléfono
le dices que no insista, que he salido...

 



Escrito por Tereza da Praia às 23h17
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Canción Con Todos
Mercedes Sosa
Composição: Armando Tejada Gómez Y César Isella
 

Salgo a caminar
Por la cintura cósmica del sur
Piso en la región
Más vegetal del tiempo y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de América en mi piel
Y anda en mi sangre un río
Que libera en mi voz
Su caudal.
Sol de alto Perú
Rostro Bolivia, estaño y soledad
Un verde Brasil besa a mi Chile
Cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña América y total
Pura raíz de un grito
Destinado a crecer
Y a estallar.
Todas las voces, todas
Todas las manos, todas
Toda la sangre puede
Ser canción en el viento.
¡Canta conmigo, canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz!


Escrito por Tereza da Praia às 22h57
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Ay Este Azul
Mercedes Sosa
Composição: Pancho Cabral

Ay, este azul
Que les quiero contar como fue
Por momentos se queda en mi piel
Ilustrándome el paisaje aquel.
Ay, este azul
Golondrina que vuelve otra vez
Musicando mi zaguán de ayer
A esperarme de barco en la sed.
Ay, este azul
Provinciano se quiebra en mi voz
Como antigua vidala en adiós
Como un breve puñado de sol.
Ay, este azul
Ay, este azul
Ay, este azul
Que ha llegado a iniciarme en la luz
Con campanas de asombro tal vez
Habitando lo que nunca fue.
Ay, este azul, este azul
Es un verde también
Resolana brillando en el pez
Con un silbo enredado en la piel.
Ay, este azul
Solo quiere quedarse en mi voz
Como un duende mojándome
Y en vez
Este azul es un niño tal vez.


Escrito por Tereza da Praia às 22h52
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UOL Busca

Balderrama
Mercedes Sosa

A orillitas del canal
Cuando llega la mañana
Sale cantando la noche
Desde lo de balderrama
Adentro puro temblor
El bombo con la baguala
Y se alborota quemando
Dele chispear la guitarra
Lucero, solito
Brote del alba
Donde iremos a parar
Si se apaga balderrama
Si uno se pone a cantar
Un cochero lo acompaña
Y en cada vaso de vino
Tiembla el lucero del alba
Zamba del amanecer
Arrullo de balderrama
Canta por la medianoche
Llora por la madrugada.

 



Escrito por Tereza da Praia às 21h57
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Canción Para Un Niño En La Calle
Mercedes Sosa
Composição: Armando Tejada Gómez - Ángel Ritro
 
 
A esta hora exactamente,
Hay un niño en la calle...
¡Hay un niño en la calle!
Es honra de los hombres proteger lo que crece,
Cuidar que no haya infancia dispersa por las calles,
Evitar que naufrague su corazón de barco,
Su increíble aventura de pan y chocolate
Poniéndole una estrella en el sitio del hambre.
De otro modo es inútil, de otro modo es absurdo
Ensayar en la tierra la alegría y el canto,
Porque de nada vale si hay un niño en la calle.
No debe andar el mundo con el amor descalzo
Enarbolando un diario como un ala en la mano
Trepándose a los trenes, canjeándonos la risa,
Golpeándonos el pecho con un ala cansada.
No debe andar la vida, recién nacida, a precio,
La niñez arriesgada a una estrecha ganancia
Porque entonces las manos son inútiles fardos
Y el corazón, apenas, una mala palabra.
Pobre del que ha olvidado que hay un niño en la calle,
Que hay millones de niños que viven en la calle
Y multitud de niños que crecen en la calle.
Yo los veo apretando su corazón pequeño,
Mirándonos a todas con fábula en los ojos.
Un relámpago trunco les cruza la mirada,
Porque nadie protege esa vida que crece
Y el amor se ha perdido, como un niño en la calle.
"UOL Busca A esta hora exatamente
Há uma criança na rua!
Há uma criança na rua!


Escrito por Tereza da Praia às 20h02
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UOL Busca



Escrito por Tereza da Praia às 19h02
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Si Se Calla El Cantor
Mercedes Sosa
Composição: Horacio Guarany

Si se calla el cantor calla la vida
porque la vida, la vida misma es todo un canto
si se calla el cantor, muere de espanto
la esperanza, la luz y la alegría.
Si se calla el cantor se quedan solos
los humildes gorriones de los diarios,
los obreros del puerto se persignan
quién habrá de luchar por su salario.

HABLADO
'Que ha de ser de la vida si el que canta
no levanta su voz en las tribunas
por el que sufre,´por el que no hay
ninguna razón que lo condene a andar sin manta'
Si se calla el cantor muere la rosa
de que sirve la rosa sin el canto
debe el canto ser luz sobre los campos
iluminando siempre a los de abajo.
Que no calle el cantor porque el silencio
cobarde apaña la maldad que oprime,
no saben los cantores de agachadas
no callarán jamás de frente al crimén.

HABLADO
'Que se levanten todas las banderas
cuando el cantor se plante con su grito
que mil guitarras desangren en la noche
una inmortal canción al infinito'.
Si se calla el cantor . . . calla la vida.


Escrito por Tereza da Praia às 18h50
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 Estou triste com a morte de Mercedes Sosa. Considero-a uma das
maiores cantoras da musica latina. Uma mulher comprometida com
as lutas de seu tempo.  Cuanto trabajo é uma das canções de seu
repertório que mais fala ao meu coração.

Cuanto Trabajo
composição de Glória Martin
La  vi quedarse sola
De par em par abierta
La puerta de los años
La vi saberse bella
La vi quedarse sola
Com cuatro hijos a cuesta

Cuanto trabajo para
Uma mujer saber
Quedarse sola e envejecer

La vi doblar despacio
Su soledad derecha
La vi meter el hombro
Sin bajar la cabeza
Y colocar sudores
Com hombres y com fechas

La vi quemar el agua
La vi mojar el fuego
La vi crecer las manos
Velando nuestros sueños
Mi madre fue mi padre
Mi voz y mi alimento


Escrito por Tereza da Praia às 15h44
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Soneto da Mulher Total

 

Tereza da Praia

 

Sou mulher e tanto, não cante

Teu masculino coração com mais verdade.

Sou mulher enquanto amiga e quando amante,

Na minha sempre diversa multiplicidade.

 

Não sou apenas mulher e nem mulher apenas.

Não sou simplesmente mulher e nem mulher simplesmente.

 Não me atormentes com estas cantilenas.

Ser mulher é o bastante, não pede algo que complemente.

 

No cio, sou como um bicho do mato impaciente.

De um amor sem virtude e sem fantasia.

Com desejo forte e permanente.

 

Desejo impudico que não inspira poesia.

Não tem pureza   das musas de antigamente.

É feroz, é voraz , é indecente!

 

 

Série: Divagações da alma Indecente.

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Escrito por Tereza da Praia às 02h39
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Escrito por Tereza da Praia às 02h08
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A AVIDEZ DO OUTRO

“A avidez do “outro” podia ser a forma mais

benévola de mencionar a inveja.
 E chama mais a atenção o termo “outro”
do que avidez, que é o substantivo, o sujeito.
 O que aqui se destaca adquirindo uma
especial substantividade, é a referência ao “outro”.
(...)
A avidez pelo outro podia ser
 igualmente a definição do amor.
 Sem que possa ser nota distintiva o
tormento produzido pela inveja, porque o amor,
segundo as queixas dos que padecem,
é tormento em sumo grau e,
como a inveja, tormento que se alimenta a si próprio.
Amor e inveja são processos da alma humana
 em padecer não produz qualquer atenuação;
o padecer é o seu alimento.
A mesma definição, “avidez do outro”, parece adequar-se a
este par de contrários que são inveja e o amor.
A ambivalência do mundo
do sagrado torna-se manifesta como sempre.
E esta ambivalência é que precisa ser interpretada.
A avidez é própria de algo que precisa de crescer,
crescer ou transformar-se, deixar de ser o que é;
algo que se encontra num grau transitório, algo que é esboço do ser.
Não sente avidez aquilo que tem entidade e repouso.
A avidez é o chamamento no que ainda não atingiu o ser,
e tende de alguma forma a adquiri-lo.
(...)
Avidez do “outro”, comunidade de
amor e inveja, pelo menos num primeiro sentido,
pois muito cedo no amor “o outro” se transforma em um.
A inveja, em contrapartida, mantém obstinadamente a alteridade,
sem permitir-lhe que toque na pureza do um.
E ao manter o outro, cresce a avidez que chega ao frenesim.
O possuído pela inveja não pode renunciar a esse outro.
Não há dúvida que no mais íntimo da sua vida, algo acontece
que o mantém ligado a esse outro,
estranho e mais eu que o seu próprio eu.
Não se verá o invejoso a si mesmo a viver nele?
(...)
Mas a diferença entre a inveja e o amor parece estar na visão:
o amor vê o outro como um;
a inveja, como a que poderia ser tanto um como outro.”

In O HOMEM E O DIVINO - Maria Zambrano
 



Escrito por Tereza da Praia às 23h02
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